19 setembro, 2006

FALANDO SÉRIO

OAB

Como já se sabe sou candidata a Presidência da 5ª Subseção da Ordem dos Advogados do Brasil, concorrendo com mais duas chapas, razão pela qual me sinto na obrigação ética de não mais escrever sobre esse assunto – OAB – em primeiro lugar porque questão de respeito porque uma das chapas concorrentes é composta basicamente pela diretoria atual e em segundo lugar porque a outra chapa é oposição a Fabio Trad, mas tive a honra e orgulho de ser convidada para o lançamento da campanha desta última. Fui muito bem recebida pela Dra. Sabrina, que desde já agradeço e espero que possamos no futuro trabalharmos por uma Ordem independente.

Falando nisso, a chapa que represento é composta por advogados independentes e abnegados em prol da luta pelo resgate da credibilidade de nossa classe e entendemos que este espaço deve ser de todos os advogados, e para que não restem dúvidas quanto a isso, voltaremos a falar e escrever sobre OAB somente após as eleições do dia 17 de novembro.

NELSON TRAD

O candidato à reeleição para deputado federal, esteve neste sábado em Ponta Porã, quando foi recebido por Ney Magalhães que o acompanhou em visitas a diversos amigos e eleitores. Á noite nos acompanhou para uma visita, juntamente com o Major Alexandre de Figueiredo, Comandante do Corpo de Bombeiros, até a sede do GAPP, (Grupo de Apoio às Pessoas Portadoras do Vírus HIV/AIDS). Elogiou bastante o trabalho da Presidente Simoni Bitencourt que atende aos doentes tanto do Brasil quanto da vizinha cidade de Pedro Juan Caballero/PY.



ENTÃO PERGUNTEI

Eliz: Deputado, o que o trouxe à Ponta Porã mais uma vez?
Nelson Trad: Vim rever amigos, conversar com o Acostinha, Ale, Ney e inúmeros outros amigos que aqui tenho e naturalmente falar de política, principalmente a eleitoral.

Eliz: O senhor acredita que haverá uma severa punição nas urnas no próximo dia 1º de outubro, já que o impeachemant, não acontecerá posto que Lulla está muito a frente de seu adversário Alckmin?
Nelson Trad: Creio que não o castigo que alguns merecem porque tem um segmento de eleitor que cumpre-se ser defenestrados para um meio sadio. Ainda existem na corporação os políticos militantes.

Eliz: Acusam Fábio Trad que na condição de seu filho e irmão de políticos poderia transformar a OAB em palco político-partidário. O que o senhor pensa disso?
Nelson Trad: É uma afirmação leviana. Não há e nunca ouve nenhum sentido oligárquico entre nós, mesmo porque a história de honra e dignidade de cada um de nós é imutável e suficientemente forte para ridicularizar a absurda suposição.

Dr. Hindo

O vereador foi pessoalmente agradecer a Ueze Zahran a instalação em nossa cidade da Fundação que leva o nome do seu fundador, Ueze. É sabido que o vereador muito lutou para que se tornasse uma realidade o funcionamento dessa entidade de caráter extraordinário que visa capacitar jovens carentes na área da informática. Serão administrados cursos de capacitação absolutamente de graça, sim, o jovem carente não irá desembolsar nenhum centavo e o espaço físico também já está definido, será no prédio do SESI, bem no centro da cidade.

Investindo em Ponta Porã

O Jovem César Scolari é daquelas pessoas empreendedoras que ainda acreditam no desenvolvimento de Ponta Porã, porisso investe aqui todo o fruto de seu trabalho. Estou me referindo à loja de veículos novos e usados que está em expansão para melhor atender aos seus clientes, bem ali na frente da Câmara de vereadores. Sorte Scolari, continue acreditando na fronteira.


Milton Fróes

Prepara-se para lançar um livro com o titulo provisório de “Juvenal Fróes e Aral Moreira – nos caminhos da erva-mate e política na fronteira sul-mato-grossense”. O livro que poderá ser editado no início do próximo ano é uma obra com algumas passagens da vida de Juvenal Fróes e Aral Moreira. O pano de fundo serão as cidades de Ponta Porã, Laguna Carapã e Aral Moreira.

O leitor poderá se deliciar com trechos sobre a história da Guerra do Paraguai, da Cia Mate Laranjeiras, origem do Município, do Território e da sua restauração, além da transcrição de cartas que Juvenal Fróes e Aral Moreira falavam de política, do desenvolvimento da região através da erva mate e comentários sobre pessoas ilustres de Ponta Porã. Estamos Aguardando.

Velocindo e o sete de setembro

O desfile de 07 de setembro esteve perfeito, mas a voz de Velocindo Silva foi o que mais repercutiu naquele dia, quem nasceu e cresceu em Ponta Porã, não consegue dissociar os festejos da voz incomparável de Velocindo, assim como o sabor da fruta que marcou minha infância, a manga, o perfume das flores da casa de Lídio Borralho, o desenho dos paralelepípedos da Marechal Floriano e a pipoca doce de Seo Zé, primeiro pipoqueiro depois garapeiro e a batuta de Seo Portiolli frente à fanfarra do São José, são coisas que guardamos eternamente na memória. Parabéns Velocindo Silva pelos seus 42 anos de 07 de setembro.

14 setembro, 2006

Entrevista concedida ao Jornal da Praça

Entrevista concedida ao Jornal da Praça pela candidata a Presidência da OAB 5ª Subseção de Ponta Porã

JP: Porque a senhora deseja ser presidente da 5ª Subseção da OAB/MS?

Eliz: Como minha candidatura não é fruto de uma vaidade particular, mas sim do desejo de colegas de vários seguimentos da advocacia que conhecem minha trajetória de vida e desejam que eu os represente nessa difícil tarefa de resgatar a dignidade e o respeito que a nossa classe merece, me coloquei a disposição de todos os advogados da comarca. Meu desejo não difere do desejo dos meus colegas advogados que é o resgate da credibilidade de nossa classe perante a sociedade.

JP: Há quantos anos a senhora exerce a profissão de advogada e qual é a sua capacitação profissional para gerir a 5ª Subseção de Ponta Porã, localizada em fronteira sabidamente problemática?

Eliz: Há 10 anos tenho o privilégio de ser advogada. Minha capacitação provém da conduta profissional, do amor à advocacia, do trabalho diário, das petições, do trabalho voltado à comunidade em que nasci, do respeito aos colegas e do espírito de companheirismo, v.g. se for eleita presidente da 5ª Subseção, imediatamente entrarei em contato com minhas colegas, ora adversárias, para trabalharmos pela Ordem. Não sou divisionista, pelo contrário, quero unificar e fortalecer a Ordem dos Advogados em Ponta Porã. Também, durante a campanha tenham certeza que não espalharei boatos sobre eventuais desistências de outras candidatas e as convidarei para todas as reuniões, principalmente, para o lançamento oficial da campanha, fato que deverá ocorrer no início de outubro.

JP: Uma corrente, composta dos mais brilhantes advogados do País não advoga esse tipo de eleição atual, sugerindo que os advogados deveriam votar apenas para um candidato a presidente e vice e em um para conselheiro. Nesse caso o conselho seria formado por candidatos avulsos, desvinculados de “chapas”. Qual a posição da senhora sobre esse assunto?

Eliz: Comungo das mesmas idéias da corrente mencionada, porque estamos falando de advogados, profissionais formadores de opinião e que já não aceitam o chamado “voto de cabresto”.

JP:É difícil montar uma “chapa” para entrar na disputa pela presidência da Subseção? Por quê?

Eliz: Não houve dificuldade, pois a “chapa” está formada por advogados de vários setores da advocacia que se propuseram a trabalhar pela classe.

JP:Os membros das “chapas” são escolhidos pela sua experiência profissional, saber jurídico ou por outro tipo de relação, tal como amizade, simpatia ou grupos de interesse comum?

Eliz: Não posso afirmar nada sobre as outras chapas. Já com relação à nossa posso dizer que os membros foram escolhidos naturalmente pela disposição em trabalhar pela classe. Não somos apoiados por nenhum grupo, nossa candidatura não foi imposta por ninguém. Criamos uma “chapa” independente como deve ser todo advogado.

JP:No seu entender qual é a função primordial da Ordem dos Advogados e, mais especificamente, da Subseção?

Eliz: É a valorização do advogado. Se for eleita, em minha gestão o advogado não será posto para fora dos gabinetes dos juízes injustamente. Nunca mais o advogado tomará “chá de cadeira” em delegacias sem que a autoridade que agir injustamente seja representada junto aos órgãos superiores. Além do que nossa diretoria não tomará medidas autoritárias, pois pretendemos formar um conselho consultivo composto por pelo menos 11 advogados de notável saber jurídico e com representatividade de todos os escritórios para que não tomemos decisões unilaterais. Não quero com isso dizer que seremos subservientes, mas também não seremos autoritários. Na minha gestão a 5ª Subseção será de todos os advogados.

JP: A senhora gostaria de fazer alguma observação, suprindo, assim, alguma questão que não lhe foi endereçada?

Eliz: Todas as perguntas foram pertinentes e bem colocadas. Não há nada a acrescentar na entrevista.

JP: A senhora está vinculada a qual “chapa” para eleição do Presidente da Seccional de Mato Grosso do Sul?

Eliz: Apoio e voto em Fábio Trad, mas não imponho isso aos demais companheiros de “chapa”, até porque pertenço a uma classe que luta pela liberdade e tenho o maior orgulho em ser advogada é isso que quero passar para todos, principalmente para os mais jovens: Como é bom ser advogado.

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