27 novembro, 2007

PARECE NOVELA

Mexicana a prorrogação da CPMF que tramita no senado federal. PSDB e DEM ainda não fecharam nada sobre a votação e o palácio do planalto acaba de colocar um negociador de peso para tentar garantir a vitória no plenário: o próprio Lulla. A bancada de apoio ao governo diz que tem os 49 votos necessários, já por outro lado a oposição diz que consegue evitar que o projeto passe. Certo mesmo é que o governo deve “negociar” e nos últimos instantes conseguir, como sempre acontece.

1,2,3

Como já foi dito aqui antes, estão fortes os rumores de que Lulla deve tentar o terceiro mandato. Tem até deputado que tentou se aproveitar do pouco quorum na Comissão de Constituição e Justiça da Câmara para tentar aprovar uma emenda constitucional para que os ocupantes de cargos eletivos pudessem disputar a eleição pela terceira vez. Foi um corre-corre da bancada do governo e da oposição e ainda bem que conseguiram evitar a tragédia. Até a CNBB, que se mantém afastada da política se manifestou a respeito conclamando o povo brasileiro a não permitir que isso aconteça. Imagina só o Lulla no comando do país por mais quatro anos. Ninguém merece.

FARRA

Prefeitos, vereadores e assessores do interior de Minas resolveram participar do 7.º Congresso Sul-Americano de Prefeitos, Vereadores e Assessores em Buenos Aires, na Argentina. Até aí tudo bem, ocorre porém que o tal congresso não ocorreu imaginem só, por falta de quorum. Cancelado o evento, aproveitaram que estava tudo pago mesmo pelo bolso dos contribuintes e foram passear, conhecer lugares e aproveitar do bom e do melhor. É uma vergonha nacional, uma falta de consideração com o povo brasileiro, tão sofrido e descrente na classe política. A Controladoria Geral da União considerou crime a farra com dinheiro público e promete punir os envolvidos. Vamos aguardar

FALANDO NISSO

Os vereadores de Ponta Porã estão a mil por hora. A cada momento surge um novo candidato para ocupar o principal cargo da Mesa Diretora no próximo ano. Movimentações, reuniões e discursos para tentar convencer os colegas de que é a melhor opção. Quem será o próximo?Eu imagino, mas por enquanto não posso contar.

TRÂNSITO

O trânsito da nossa cidade está cada dia mais violento. Ontem faleceu uma das vítimas do grave acidente ocorrido em frente a Inspetoria da Receita Federal na noite de domingo. É a segunda morte em pouco espaço de tempo. Algo deveria ser feito a respeito do trânsito, pois não é possível que os nossos jovens percam a vida a cada fim de semana.

O QUE FAZER

É que anda perguntando a população do nosso município em relação a violência que tomou conta do nosso dia a dia. São assaltos, furtos, homicídios e os mais variados tipos de crimes. As polícias civil e militar fazem o que podem, dentro das suas possibilidades, para patrulhar e reprimir a onda de violência, porém, com falta de pessoal e o absurdo do racionamento de combustível é praticamente impossível trabalhar.

Muita gente ficou indignada com a entrevista que um juiz federal, que passou por aqui há uns dois anos atrás, concedeu recentemente a um semanário da capital, se engrandecendo e afirmando ter “colocado o peso da Lei em Ponta Porã.” Alguém devia avisá-lo que em nossa cidade a grande maioria das pessoas de bem estão à mercê de uns poucos bandidinhos que invadem as casas, roubam e mesmo assim continuam livres.

CADÊ O DOF?

Ninguém sabe o motivo, mas o Departamento de Operações de Fronteira não mantém uma sede ou um destacamento que seja por aqui. Talvez má vontade por parte dos governantes, sei lá. O importante é que algo precisa ser feito e urgentemente, pois não pode ficar do jeito que está.

O povo quer e precisa levar uma vida tranqüila, típica de cidade de interior como era Ponta Porã há mais de dois anos atrás. Não queremos grandes astros, nem paladinos da justiça, precisamos de Segurança Pública e um trânsito mais humano. Fala Sério.

AGRADECIMENTOS

Agradecemos aos leitores que são a razão do sucesso desta coluna, em especial a leitora Valquiria de Fátima dos Santos e ao Inspetor da Receita Federal, Dr. Júlio César Lira, Fernando Ribeiro e José Carlos Janú, funcionários da Receita Federal. As crianças do GAPP agradecem as doações de brinquedos. Até a semana que vem.

26 novembro, 2007

OAB DE PONTA PORÃ APÓIA SEMANA DA CONCILIAÇÃO

Entre os dias 3 e 7 de dezembro, Ponta Porã participará da Semana Nacional da Conciliação, que neste ano contará com a participação das Comarcas de Campo Grande, Dourados, Três Lagoas, Corumbá, Ponta Porã , Chapadão do Sul, Costa Rica, Coxim, Maracaju, Nova Andradina, Cassilândia, Deodápolis, Iguatemi e Nioaque.
O evento visa a solução dos conflitos que envolvem ação de cobrança, execução, revisão de contrato, relações de consumo, além de outros processos que poderão ser incluídos no acordo desde que tenham a possibilidade de conciliação.

A Presidente da 5ª Subseção de Ponta Porã, Dra Eliz Saldanha (foto), informou que os interessados em participar do movimento devem procurar os cartórios e comunicar, pedindo que as audiências sejam direcionadas para realização entre os dias 3 e 7 de dezembro, “ é importante que os advogados levem aos seus clientes a intenção de chegarem às audiências dispostos a um entendimento nos conflitos, por isso pedimos aos colegas que se esforcem pela conciliação, vez que muitos processos estão parados há muitos anos, muitas vezes por mero capricho de uma das partes”, destacou a advogada.

Este ano, o grande diferencial em relação ao ano passado é o aumento do número de dias. Em 2006, o mutirão em favor da conciliação aconteceu somente no dia 8 de dezembro.

Eliz Saldanha, afirmou ainda que o engajamento da OAB na solução dos conflitos se dá pelo compromisso institucional que Ordem dos Advogados do Brasil tem com a paz social, “A conciliação é um meio alternativo de resolver os conflitos em que as partes confiam a uma terceira pessoa, o conciliador, a função de aproximá-las e orientá-las num acordo, sendo que a chamada “Justiça de Conciliação” favorece o processo de paz social fomentando a cultura do diálogo e tornando a Justiça mais ágil, com a redução do número de conflitos litigiosos e do tempo para a análise dos processos judiciais por parte dos magistrados”.
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